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Onde foi parar o prazer de escrever com calma?

  • 28 de jul.
  • 1 min de leitura


Em tempos de mensagens instantâneas e resumos apressados, é inevitável notar como fomos trocando o cuidado com as palavras pela urgência de enviar a informação.


No vídeo, resgato a memória das cartas escritas à mão, trocadas com calma ao redor do mundo, para fazer uma reflexão sobre a forma como nos comunicamos hoje.


Cada frase pensada, a paciência de esperar a resposta e a escolha cuidadosa de cada termo tornavam qualquer correspondência uma pequena obra de arte.


A tecnologia mudou o ritmo e encurtou distâncias, mas o valor de uma mensagem feita com intenção e alma continua o mesmo.


E fica a provocação: até quando vamos deixar a pressa ditar o tom da nossa escrita?

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