Uma tem TDHA; outro, TAG. Uma conversa necessária não só no Setembro Amarelo
Ansiedade virou sinônimo de nervosismo. TDAH, de distração. E, de tanto usar esses termos para explicar situações comuns do dia a dia, corre-se o risco de banalizar transtornos que podem causar sofrimento de verdade.
TAG e TDAH não são manias, desculpas ou simples traços de personalidade. Podem afetar relações, trabalho, autoestima e qualidade de vida... E precisam ser compreendidos, diagnosticados e tratados com seriedade.
Para muita gente, receber um diagnóstico não significa ganhar um rótulo. Significa finalmente encontrar uma explicação para dificuldades enfrentadas durante anos. E descobrir que existe tratamento, acolhimento e que outras pessoas vivem experiências semelhantes.
Neste Setembro Amarelo, vale também esse lembrete: falar sobre saúde mental é fundamental. Mas compreender, acolher e levar a sério o sofrimento do outro é ainda mais.

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